Geopolítica das Energias Renováveis da América Latina

A política energética da América Latina está passando por mudanças estruturais fundamentais, tais como a redução dos preços das energias eólica e solar, a descoberta de gás xisto na Argentina e as reservas de pré-sal na costa do Rio de Janeiro. Além disto, os efeitos das mudanças climáticas na região, principalmente no Caribe, se tornaram um desafio constante para toda esta comunidade. Furacões, derretimento de geleiras e inundações são apenas alguns exemplos comumente divulgados pela mídia.

O presente estudo, com o tema “Geopolítica das energias renováveis da América Latina”, financiado em parceria com a Fundação Konrad Adenauer Stiftung, se ateve às condições políticas e aos recursos energéticos da região para apresentar os resultados deste survey, que entrevistou cerca de 700 pessoas. Os entrevistados foram políticos, acadêmicos e representantes da sociedade civil de 10 países latino-americanos: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Panamá e Peru. 

Dentre as condições estruturais regionais, partimos do pressuposto de que a América Latina é uma região rica em energia renovável e que possui longa tradição nos casos de energia hidrelétricas e de biomassa. Com isto, pretende-se compreender a percepção destes entrevistados frente à geopolítica das energias renováveis regional, considerando as especificidades da América Latina.  

 

Professor: Umberto Mignozzetti

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