Apresentação

As estruturas globais de hoje são formadas por duas grandes tendências: o surgimento de potências não-tradicionais que não são totalmente integradas ao sistema e a emergência de desafios globais - como o problema das mudanças climáticas - que já não podem ser resolvidos por um pequeno grupo de países ricos, exigindo respostas muito mais complexas. Estes dois aspectos têm implicações profundas em nossa compreensão da ordem, justiça, desigualdade, ação coletiva e das normas e instituições globais. As estabelecidas estruturas de governança global (como o Conselho de Segurança da ONU ou o G8) enfrentam o desafio de efetivamente integrar estas novas influências e experiências se desejam continuar cumprindo a tarefa de fornecer bens públicos globais, motivos pelos quais foram criadas. O que isso significa para o funcionamento das instituições internacionais e os mecanismos de governança global? Quais são as contribuições das potências emergentes para a governança global e onde elas podem assumir a liderança? Como podem as instituições internacionais e os mecanismos de governança existentes ser alterados para melhor se adequar as novas realidades geopolíticas?

Coordenador: Oliver Stuenkel.

 
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