A Síria de Dilma
20/02/2012

Quando chegou ao Planalto em 2003, Lula desenhou uma política para o Oriente Médio em que a Síria ocupava uma posição central. Embora o país fosse pobre, fraco e isolado, estava no coração da área mais volátil do planeta, tinha tentáculos no Líbano, recebia apoio do Irã e hostilizava Israel. Para Brasília, Damasco era uma praça diplomática inevitável. Em oito anos de governo, o então ministro das relações exteriores, Celso Amorim, esteve cinco vezes lá. Nos últimos anos essa política desmoronou.

Leia mais na coluna de Matias Spektor na Folha.com, em 20/2/2012.

 
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