Ex-alunos

Depoimentos sobre o MBA em Relações Internacionais

 

Fernando Brancoli
Professor da UFRJ e do MBA em Relações Internacionais da FGV

"Meu depoimento como ex-aluno do MBA em Relações Internacionais na FGV é um pouco curioso: atualmente, sou professor do mesmo curso e minha vida profissional está profundamente marcada pela decisão de cursá-lo. O objetivo de fazer parte do programa, na segunda turma em 2009, era de rearticular minha entrada no Brasil após alguns anos atuando internacionalmente. A decisão foi mais do que acertada e o MBA promoveu mais do que isso. Em primeiro ponto, tive como professores figuras importantíssimas do meio, com ideias e interpretações de mundo que modificaram profundamente a maneira com a qual eu observava o Sistema Internacional. A chancela da FGV, além disso, abriu portas acadêmicas e profissionais antes mesmo do término do curso. Tão ou mais importante foi o contato e a rede formada pelos demais alunos. O MBA em RI da Fundação Getulio Vargas atrai um grupo extremamente interessante: tive colegas diretores de multinacionais, jornalistas internacionais, economistas de grandes bancos e jovens pesquisadores que iniciavam ali sua carreira. A troca de ideias, os contatos e as amizades prevalecem até hoje. A combinação de ferramentas de análises poderosas com uma rede que permanece até hoje é uma herança sem preço herdada desse momento. O curso aumentou sua atuação e seu escopo nos últimos anos, com a sofisticação das disciplinas e um maior contato com os cursos irmãos em São Paulo e Brasília. O mote, contudo, continua o mesmo: o MBA em Relações Internacionais da FGV foi a escolha mais acertada que fiz naquele ano e devo a ele, em grande medida, o curso que minha carreira tomou naquele momento."

Brancoli é alumni da turma de 2009 do Rio de Janeiro. Além de professor, é comentarista da Globo News e atua em Organizações Humanitárias Internacionais, como o Crescente Vermelho, no Oriente Médio. É professor do MBA de Questões Internacionais Contemporâneas.

 

 

Alexandre Rodrigues
Jornalista

 “Como jornalista, sempre me vi como um eterno estudante. Mesmo tendo ficado fora da sala de aula por mais de uma década depois da faculdade, sempre tive que fazer dever de casa. Escrevendo sobre política e economia, descobri logo que investigar todos os lados de um tema antes de uma entrevista fazia muita diferença na qualidade do que eu poderia entregar aos meus leitores.

Em 2011, um curso de aperfeiçoamento para jornalistas me levou aos Estados Unidos por três meses. Visitando redações de jornais e instituições como as Nações Unidas, comecei a ver o campo das Relações Internacionais como o ambiente favorável a uma ambição antiga: unir conhecimentos de política e economia. São duas disciplinas que caminham separadas nas páginas da imprensa, embora, no fim das contas, uma explique a outra.

Naquele período, eu já tinha passado por veículos como O Globo e O Estado de S. Paulo e estava prestes a ingressar na equipe da revista Exame. Comecei a sentir a necessidade de ir além da superficialidade que o imediatismo do jornalismo impõe, ainda que com o objetivo de justamente aperfeiçoar o meu trabalho como jornalista. Eu precisava ampliar o meu repertório para fazer perguntas melhores e saber analisar criticamente as respostas para escrever textos mais relevantes.

Para desenvolver habilidades analíticas, eu precisava ir mais fundo em temas como política internacional, economia, globalização, defesa, direto internacional. Como fazer isso com a rotina pesada de repórter que eu tinha? Além disso, afastado há tanto tempo da academia, eu nem sabia por onde começar.

Em 2012, o MBA de Relações Internacionais da FGV foi a solução perfeita. Virou o meu passaporte de volta à academia, já que o curso teve forte ênfase na revisão de literatura dessa área, e ao mesmo tempo se mostrou o formato mais adequado para conciliar minha rotina de estudos com o trabalho. Fiquei surpreso com o alto nível dos professores e com a qualidade da infraestrutura da FGV.

Gostei tanto do curso que acabei me empolgando com a área e, três anos após o MBA, voltei a ser estudante. Dessa vez em tempo integral. Em 2015, deixei o jornalismo de lado por um período. Estou agora me dedicando a um mestrado em Desenvolvimento Internacional na Universidade de Edimburgo, no Reino Unido. Esse novo passo só foi possível porque fui contemplado com uma bolsa Chevening, prestigiado programa do governo britânico. Tenho certeza de que o MBA da FGV contribuiu muito para essa conquista.” 

 

Vivian Mello
Assessora de Relações Internacionais e Governamentais da IFALPA

"Eu tinha um objetivo muito claro quando escolhi realizar o MBA de Relações Internacionais da FGV: mudar de carreira. Eu vinha de uma carreira de mais de 10 anos como assistente executiva em empresas de grande porte e estava extremamente insatisfeita e, tenho que confessar, infeliz com a minha vida profissional.

Aos 30 anos de idade tinha medo de começar um novo curso de graduação e depois ter dificuldades de me realocar no mercado devido à faixa etária. Era preciso traçar um plano e o MBA, por ter uma duração menor e uma grade curricular forte e consistente, poderia alavancar a minha mudança de carreira.

O curso não me decepcionou. Muito pelo contrário, o corpo docente conseguiu lapidar minhas habilidades de forma a moldar um perfil executivo e eficiente. As trocas de experiências com os colegas de classe, todos extremamente bem preparados e com um background diferenciado, criaram discussões que permitiram incorporar a teoria na prática, inclusive para a realidade empresarial, não somente na esfera governamental.

Após menos de 1 ano de conclusão do MBA assumi o cargo de assessora de relações internacionais e governamentais. Sou responsável por assessorar o Vice-Presidente Executivo da IFALPA (The International Federation of Air Line Pilot’s Associations) nos temas de regulações aéreas e, especialmente, nas negociações entre países. Sou responsável pela região das Américas do Sul e Central, mas gerenciando o relacionamento dessas regiões com todo o globo. A IFALPA trata do cenário de aviação global influenciando o processo de tomada de decisão da ICAO, agência da ONU responsável pela regulação da aviação mundial.

Ter a chancela da FGV no meu currículo foi primordial para participar dos processos seletivos mais concorridos e o MBA de Relações Internacionais me deu ferramentas para conquistar a vaga que eu escolhi. Aprendi que o sucesso profissional é resultado de dedicação, disciplina e boas escolhas. A FGV foi a melhor delas!"

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