Ex-alunos

Depoimentos sobre o MBA em Relações Internacionais

 

Marcos Alexandre Vieira
Administrador de empresas

"Uma visão holística e sofisticada sobre o ambiente internacional e maturidade para interpretar cenários complexos foram premissas essenciais para a escolha do curso. Com uma longa experiência na área corporativa e imerso em projetos com equipes multiculturais, o MBA em Relações Internacionais seria o background perfeito para abranger informações capazes de solidificar meu conhecimento sobre os países e a maneira coerente de interagir, estruturar e apoiar os mais diversos projetos e desafios que estou inserido.

A Fundação Getulio Vargas permite que a interação com os professores seja ímpar, trazendo para a sala de aula a experiência única de quem está inserido nos mais diversos temas, em organizações mundiais e representando o país com um robusto e notório conhecimento sobre política, economia, teoria das relações Internacionais e o posicionamento do Brasil no mundo.
Em paralelo, você tem a oportunidade de dividir o espaço com pessoas extraordinárias, que partilham de um know how único e primoroso, permitindo um networking enaltecedor. São talentosos jornalistas, advogados, administradores e profissionais de diversas áreas que trazem consigo a bagagem de quem aprendeu para compartilhar e busca para continuar dividindo e transformando a sociedade.
Apoiado pela afiliada da FGV, tive a chance de participar do módulo Internacional em Gerenciamento de Projetos na George Washington University, em Washington DC. Uma experiência única, que permitiu em duas semanas participar de aulas com acadêmicos renomados, conhecer projetos de alto impacto para os Estados Unidos e claro, participar de eventos na Embaixada Brasileira, no congresso americano e até mesmo realizar o sonho de estar na Agencia espacial americana, a NASA e verificar de perto o projeto do telescópio James Webb, que será lançado em 2018.

Oportunidade. Essa é a palavra que melhor define a experiência com o MBA em Relações Internacionais e aquilo que o curso me permitiu depois de uma longa dedicação ao semestres que abriram a minha visão sobre os desafios do século XXI."

 

Alexandre Rodrigues
Jornalista

 “Como jornalista, sempre me vi como um eterno estudante. Mesmo tendo ficado fora da sala de aula por mais de uma década depois da faculdade, sempre tive que fazer dever de casa. Escrevendo sobre política e economia, descobri logo que investigar todos os lados de um tema antes de uma entrevista fazia muita diferença na qualidade do que eu poderia entregar aos meus leitores.

Em 2011, um curso de aperfeiçoamento para jornalistas me levou aos Estados Unidos por três meses. Visitando redações de jornais e instituições como as Nações Unidas, comecei a ver o campo das Relações Internacionais como o ambiente favorável a uma ambição antiga: unir conhecimentos de política e economia. São duas disciplinas que caminham separadas nas páginas da imprensa, embora, no fim das contas, uma explique a outra.

Naquele período, eu já tinha passado por veículos como O Globo e O Estado de S. Paulo e estava prestes a ingressar na equipe da revista Exame. Comecei a sentir a necessidade de ir além da superficialidade que o imediatismo do jornalismo impõe, ainda que com o objetivo de justamente aperfeiçoar o meu trabalho como jornalista. Eu precisava ampliar o meu repertório para fazer perguntas melhores e saber analisar criticamente as respostas para escrever textos mais relevantes.

Para desenvolver habilidades analíticas, eu precisava ir mais fundo em temas como política internacional, economia, globalização, defesa, direto internacional. Como fazer isso com a rotina pesada de repórter que eu tinha? Além disso, afastado há tanto tempo da academia, eu nem sabia por onde começar.

Em 2012, o MBA de Relações Internacionais da FGV foi a solução perfeita. Virou o meu passaporte de volta à academia, já que o curso teve forte ênfase na revisão de literatura dessa área, e ao mesmo tempo se mostrou o formato mais adequado para conciliar minha rotina de estudos com o trabalho. Fiquei surpreso com o alto nível dos professores e com a qualidade da infraestrutura da FGV.

Gostei tanto do curso que acabei me empolgando com a área e, três anos após o MBA, voltei a ser estudante. Dessa vez em tempo integral. Em 2015, deixei o jornalismo de lado por um período. Estou agora me dedicando a um mestrado em Desenvolvimento Internacional na Universidade de Edimburgo, no Reino Unido. Esse novo passo só foi possível porque fui contemplado com uma bolsa Chevening, prestigiado programa do governo britânico. Tenho certeza de que o MBA da FGV contribuiu muito para essa conquista.” 

 

Fernando Brancoli
Professor  assistente de Segurança Internacional na UFRJ e professor no MBA em Relações Internacionais da FGV

"Meu depoimento como ex-aluno do MBA em Relações Internacionais na FGV é um pouco curioso: atualmente, sou professor do mesmo curso e minha vida profissional está profundamente marcada pela decisão de cursá-lo. O objetivo de fazer parte do programa, na segunda turma em 2009, era de rearticular minha entrada no Brasil após alguns anos atuando internacionalmente. A decisão foi mais do que acertada e o MBA promoveu mais do que isso. Em primeiro ponto, tive como professores figuras importantíssimas do meio, com ideias e interpretações de mundo que modificaram profundamente a maneira com a qual eu observava o Sistema Internacional. A chancela da FGV, além disso, abriu portas acadêmicas e profissionais antes mesmo do término do curso. Tão ou mais importante foi o contato e a rede formada pelos demais alunos. O MBA em RI da Fundação Getulio Vargas atrai um grupo extremamente interessante: tive colegas diretores de multinacionais, jornalistas internacionais, economistas de grandes bancos e jovens pesquisadores que iniciavam ali sua carreira. A troca de ideias, os contatos e as amizades prevalecem até hoje. A combinação de ferramentas de análises poderosas com uma rede que permanece até hoje é uma herança sem preço herdada desse momento. O curso aumentou sua atuação e seu escopo nos últimos anos, com a sofisticação das disciplinas e um maior contato com os cursos irmãos em São Paulo e Brasília. O mote, contudo, continua o mesmo: o MBA em Relações Internacionais da FGV foi a escolha mais acertada que fiz naquele ano e devo a ele, em grande medida, o curso que minha carreira tomou naquele momento."

Brancoli é alumni da turma de 2009 do Rio de Janeiro. Além de professor, é comentarista da Globo News e atua em Organizações Humanitárias Internacionais, como o Crescente Vermelho, no Oriente Médio. É professor das disciplinas Teoria e Prática das Relações Internacionais I e II no MBA em Relações Internacionais da FGV.

 

Maria Carolina Loureiro
Professora associada de Neurologia e Saúde Global na PUC-SP

"Uma das características que mais me atraiu no MBA em Relações Internacionais foi o fato de ser um curso bastante abrangente em seu conteúdo e voltado para profissionais, visto que eu não teria tempo disponível para seguir a graduação em RI. Considero o curso relevante para pessoas cuja atividade profissional esteja voltada para questões internacionais ou que seja influenciada por medidas ou normas do cenário internacional. Pessoalmente, depois de ter participado da elaboração de uma parceria público-privada entre um hospital universitário e as autoridades ligadas à saúde pública, passei a ter maior interesse em promover a saúde a partir de uma perspectiva baseada na população em vez de fornecer cuidados de saúde em um nível individual.

Essa experiência me ajudou a reconhecer alguns fatores externos que influenciam a política nacional de saúde, como por exemplo, comércio internacional, propriedade intelectual, política externa e direito internacional. Com o intuito de expandir o meu conhecimento nesses tópicos, decidi me especializar em Saúde Global e Diplomacia da Saúde no Graduate Institute of International Studies and Development Studies em Genebra. Quando comecei tais estudos, tive dificuldades em compreender conceitos relacionados à política internacional, ao comércio e ao direito internacional. É por isso que decidi me matricular no MBA em Relações Internacionais da FGV.

Foi um desafio para mim como médica e professora porque estava totalmente fora da minha zona de conforto. Porém, este curso na FGV foi uma etapa essencial para que eu compreendesse com mais sofisticação a saúde global e as relações internacionais. Passei a ter maior clareza ao analisar a conjuntura internacional e maior capacidade de ver mais profundamente o jogo de poder que impacta a saúde coletiva. A saúde também passou a ser um vetor de estratégia geopolítica e soft power. E a minha visão prévia era quase ingênua e humanitária, porém se tornou mais enriquecida e detalhada após o MBA em Relações Internacionais da FGV.

Com a conclusão do curso, pude compreender melhor como as políticas internacionais afetam o que nós, profissionais da saúde, fazemos no dia a dia. Por isso, me senti mais confortável em promover o tema de Saúde Global e Relações Internacionais com os meus alunos de medicina. E me tornei a primeira tutora do tema Saúde Global e Diplomacia da Saúde na graduação de um curso médico no Brasil."
 

Salomão Cunha Lima
Coordenador de Comunicação, Marketing e Relacionamento da Brasscom

"Fiz minha graduação em Relações Internacionais mas senti que precisava aprimorar meu entendimento do cenário internacional com maior detalhamento e aplicação prática em um ambiente onde meus colegas também tinham uma experiência internacional prática que agregava valor ao debate.

O MBA em Relações Internacionais da FGV me propiciou essa imersão. Professores altamente qualificados, colegas de turma preparados e experientes, aulas dinâmicas e participativas. Esses foram os ingredientes para ter aproveitado o melhor do curso e ter conseguido ascender em minha carreira profissional.

Todo esse ecossistema me propiciou uma maturidade no que diz respeito não apenas à análise do sistema internacional, mas também ao entendimento do impacto das ações políticas, econômicas e sociais em nosso país. Essa compreensão me moveu a empreender socialmente, trabalhando em prol da construção de políticas públicas para refugiados no Brasil desde 2014 e, já no ano seguinte, na discussão e organização de espaços de debate para a inclusão de pessoas LGBT no mercado de trabalho.

Tendo passado ao longo de minha jornada profissional em ONGs locais e internacionais, entidades de classe e no Centro de Relações Internacionais da FGV, atualmente exerço o cargo de Coordenador de Comunicação, Marketing e Relacionamento da Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, tendo iniciado na entidade como executivo de Relações Institucionais em 2015.

Recomendo piamente o MBA para profissionais já internacionais, bem como àqueles que buscam se internacionalizar. Visão global, compreensão de teorias triviais, ampliação da capacidade de negociação e entendimento da interface do Brasil com o mundo são as principais competências técnicas e socioemocionais proporcionadas pelo MBA em Relações Internacionais da FGV que me tornaram um cidadão do mundo."

 

Vivian Mello
Assessora de Relações Internacionais e Governamentais da IFALPA

"Eu tinha um objetivo muito claro quando escolhi realizar o MBA de Relações Internacionais da FGV: mudar de carreira. Eu vinha de uma carreira de mais de 10 anos como assistente executiva em empresas de grande porte e estava extremamente insatisfeita e, tenho que confessar, infeliz com a minha vida profissional.

Aos 30 anos de idade tinha medo de começar um novo curso de graduação e depois ter dificuldades de me realocar no mercado devido à faixa etária. Era preciso traçar um plano e o MBA, por ter uma duração menor e uma grade curricular forte e consistente, poderia alavancar a minha mudança de carreira.

O curso não me decepcionou. Muito pelo contrário, o corpo docente conseguiu lapidar minhas habilidades de forma a moldar um perfil executivo e eficiente. As trocas de experiências com os colegas de classe, todos extremamente bem preparados e com um background diferenciado, criaram discussões que permitiram incorporar a teoria na prática, inclusive para a realidade empresarial, não somente na esfera governamental.

Após menos de 1 ano de conclusão do MBA assumi o cargo de assessora de relações internacionais e governamentais. Sou responsável por assessorar o Vice-Presidente Executivo da IFALPA (The International Federation of Air Line Pilot’s Associations) nos temas de regulações aéreas e, especialmente, nas negociações entre países. Sou responsável pela região das Américas do Sul e Central, mas gerenciando o relacionamento dessas regiões com todo o globo. A IFALPA trata do cenário de aviação global influenciando o processo de tomada de decisão da ICAO, agência da ONU responsável pela regulação da aviação mundial.

Ter a chancela da FGV no meu currículo foi primordial para participar dos processos seletivos mais concorridos e o MBA de Relações Internacionais me deu ferramentas para conquistar a vaga que eu escolhi. Aprendi que o sucesso profissional é resultado de dedicação, disciplina e boas escolhas. A FGV foi a melhor delas!"

 
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